domingo, 10 de outubro de 2010

Moço

Moço, seus olhos negros silenciam a neblina
Fazem o Sol raiar
Há quem teima ao seu sorriso
E não deixam à luz penetrar,
Mas eu não que não ligo para nada
Não me escondo ao teu coração

Moço, por que não me ver?
Ô moço, eu quero você
Sempre estou aqui esperando você passar
Não adiante fugir
Só durmo ao te ver chegar

Moço, por que não me ver?
Ô moço, eu quero você
Dá agonia a sua ausência
Desde que tu aqui passou

Na manhã colorida com nuances de aquarela
Eu notei seu caminhar
O fôlego eu retomei
Para acompanhar a alucinação
Que você me causou